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riscos_e_rabiscos

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Pérolas Infantis... (:LOL:)

 

P: De onde vem a cortiça?

R: Dos cornos da vaca.

(hummm... isto quer dizer que os sapatos que eu trazia hoje calçados são feitos de cornos de vaca?! Acho que me enganaram na sapataria...)

  

P: De que são feitos os botões?

R: De pioneses.

(Iaics...! Eu bem me parecia. Deve ser por isso que tenho dificuldade em apertar o botão das calças... ou será por outro motivo?! Aconselho as senhoras (e os senhores?) com silicone nas mamocas a não usarem nada com botões...)

 

P: De que são feitos os casacos?

R. De papelão.

(Por isso é que quando ando à chuva, os casacos repassam. Como é que eu ainda não tinha percebido?! OMG!)

 

P: Diz uma fonte turística que exista na tua zona.

R: A minha casa.

(Será que a casa se tornou numa fonte porque mete água por todos os lados e se tornou num aquário ou a casa é tão concorrida mas tão concorrida que passa por lá mais gente do que no metro à hora de ponta? Caso a investigar...)

  

P: Quais são as vantagens do turismo?

R: É atrair ferro.

 

P: Quais as desvantagens do turismo?

R: É que não atrai ferro.

(Ora pois, tá-se mesmo a ver: se uma pessoa é turista, passeia muito. Se passeia muito, transpira. Se transpira, lava a roupa (alguns!). Se lava, amachuca. Se amachuca, atrai ferro. Ferro de engomar É esta a vantagem. Se não somos turistas, não precisamos de lavar a roupa nem passar a ferro... ou não? Não atrai ferro, só atrai fedor a suor. Por isso é uma desvantagem!)

 

  

Fonte: Teste do 3º ano de um dos meus colégios. Verdade!

 

Afinal Se Calhar Até Nem Somos os Últimos

 

 

É verdade! Por mais inacreditável que possa parecer, existe alguma coisa em que não somos os últimos, em que não estamos lá bem no fundinho da lista.

 

Estava eu a almoçar enquanto ouvia os acontecimentos diários nacionais e internacionais num qualquer telejornal da hora de almoço, quando oiço uma notícia, simples e inócua, mas que a mim me deixou de orelha em pé.

 

Realizou-se um estudo no Canadá, cuja conclusão indicou que o uso da caneta vermelha nas correcções de testes e trabalhos de alunos têm uma conotação negativa.

Ah pois é! Mas isso já alguns professores Tugas sabem há algum tempo e não foi preciso fazer nenhum estudo sobre canetas, as suas cores e conotações implícitas e efeitos nos alunos. Não precisamos de gastar os últimos cobres dos contribuintes Tugas para fazer um qualquer estudo sobre canetinhas. Afinal somos um país em crise e à beira da recessão económica. Pelo menos é o que dizem…

 

Mas voltando aos objectos escritores, dos quais eu até sou muuuito apreciadora… Eu ainda sou do tempo em que os nossos orientadores de estágio – sim, eram orientadores e não tutores como modernamente se designam – nos explicavam as “desvantagens” e efeitos psicológicos negativos exercidos nos alunos aquando da correcção de testes e trabalhos com a famosa… caneta vermelha!

 

A bem da verdade, nunca gostei muito de canetas vermelhas, sempre fui uma pessoa, digamos, alternativa. Não é que não goste de vermelho, que é a cor da paixão, do coração e do maior clube de futebol português. Não. Apenas acho que as correcções feitas a outras cores dão mais “cor” e “alegria” ahahahahaha às pobres folhinhas brancas monotonamente escritas a preto ou azul.

Quantas e quantas vezes, as canetinhas coloridas não preenchem aquelas folhinhas de teste ou trabalho com conteúdos tão parcos? E que bem que ficam os certos, os errados e os comentários a cores alegres, preenchendo o vazio das folhas!

 

Alunos meus não levam com a canetinha vermelhinha. Aqui a teacher, recorre ao seu estojo repleto de canetas coloridas, enfia os deditos lá dentro e saca qualquer umas das suas amigas escritoras sempre que precisa de “colorir” testes e trabalhos.

 

E só para matar a curiosidade, devo contar-vos que as canetas que mais utilizo são, verdes, roxas, rosas ou castanhas. Alternativo, não?